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Download Biblioteca Eletronica

Biblioteca Biblioteca Eletronica


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Descrição: Biblioteca eletronica, você tem varios livros literarios, provas de faculdades resolvidas de vestibular, dentre outras coisas. Uma biblioteca completa dentro do seu computador.

Estilo: Aplicativo
Programa:
Simples
Formato: ISO
Idioma:
Português
Serial:
Não Necessita
Tamanho: 7 Partes 95 Mb Cada

PARTE 1:


PARTE 2:


PARTE 3:


PARTE 4:


PARTE 5:


PARTE 6:


PARTE 7:


Leviatã? A Bíblia e os grandes monstros marinhos


Você já deve ter feito a seguinte pergunta: Quem foi que criou os monstros marinhos? De onde eles vieram? Eles de fato existiram?

Esses grandes monstros marinhos, crocodilos, serpentes eram animais mitológicos que os antigos pensavam habitar o mar, e simbolizavam o mal?

Quanto mais estudo as Escrituras, mais “descubro” suas riquezas e preciosidades. Estas criaturas mencionadas acima são mencionadas em muitas passagens do Antigo Testamento. Estudiosos como John Grammie dividem-se entre a opinião de que o autor do livro de Jó entendia que as criaturas descritas em seu livro (Jó 40.15-32; 41.1-43) eram monstros míticos e a de que eram animas naturais. Outros como Nicolas Kiessling disse: “os mais temíveis dragões do Antigo Testamento, tanin, leviatã, raabe, são horríveis, mas vagas encarnações do mal, oponentes de Deus e do homem. Eles habitam as profundezas dos mares e são com freqüência empregados como metáforas oportunas de reis pagãos hostis aos filhos de Israel”.

A palavra hebraica תַּנִּינִם (tâninim) ocorre 15 vezes no Antigo Testamento, referindo-se a diferentes tipos de criaturas: um monstro marinho que Deus destruiu ou destruirá (Sl. 74.13; Is. 27.1; 51.9); monstros marinhos em geral (Gn 1.21; Jó 7.12; Sl 148.7); uma metáfora da Babilônia (Jr 51.34) ou do Egito (Ez. 29.3; 32.3) como inimigo de Israel; e serpentes (Ex 7.9,10,12; Sl 91.13). Leviatã (Jó 3.8; 41.1; Sl 74.14; 104.26; Is 27.1) e “raabe” (Jó 9.13; 26.12; Sl 87.4; 89.10) são usados no Antigo Testamento como paralelos de “tanin”.

Em Gênesis 1.21 diz que Deus criou os monstros marinhos, tâninim significa que Deus criou e controla tudo o que há no universo, mesmo o que os outros povos consideravam símbolos do mal. As pessoas nada a tinham a temer no mundo. Deus possui os poderes do mal em suas mãos. Ele os fez e lhes deu nome. Dois outros aspectos dessa passagem são significativas: (1) o verbo hebraico בָּרָא (bara’), “criou”, é empregado só na segunda parte do capítulo 1 de Gênesis. A razão provável é que a vida animal fosse considerada um degrau acima do restante da criação até aquele momento. (2) a palavra בָרֶךְ ( barekh) “benção” é usada pela primeira vez nesse capítulo (Gn 1.22).

Westermann observou que a “benção” aqui inclui o poder de propagar a espécie. Este é o significado básico da palavra benção: o poder de ser fértil. É evidente que a vida do ser vivente, seja do homem, seja do animal, inclui a capacidade de propagação. Sem isso não seria uma vida real.

O sexto dia da criação (Gn 1.24-31) testemunha a criação dos animais terrestres e dos homens com uma diferença notável na descrição da origem dos dois. Os animais terrestres vêm da terra: “produzam a terra…” (v. 24). Mas o homem é objeto íntimo e direto da obra criadora de Deus: “Façamos o homem à nossa imagem” (v. 26).

A palavra “criar”, בָּרָא (bara’), ocorre três vezes no versículo 27 para deixar claro que o ponto culminante e alvo da criação divina é atingido na criação dos seres humanos. As pessoas e os animais foram criados no mesmo dia e ambos são chamados distintamente “nephesh hayâ,” – “seres viventes”. Cada um possui a capacidade de propagação da espécie. Ainda assim, os homens destacam-se como seres ímpares, feitos à imagem de Deus. Eles recebem domínio sobre todos os outros seres criados.

Nele, o Criador por Excelência

Sinal da cruz: o que significa? Os cristãos devem fazer o sinal da cruz?

Pergunta: “Sinal da cruz: o que significa? Os cristãos devem fazer o sinal da cruz?”
Resposta:
A prática de fazer o sinal da cruz é o que há de mais visível na IgrejaCatólica Romana, mas é também praticado pela Ortodoxa Oriental e Episcopal. A história do sinal da cruz remonta a Tertuliano, o pai da igreja primitiva que viveu entre 160 e 220 d.C. Tertuliano escreveu: “Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando nos vamos deitar, quando nos sentamos, nessas ocasiões e em todas as nossas demais atividades, persignamo-nos a testa com o sinal da Cruz.”

Originalmente, uma pequena cruz era “desenhada” com o polegar ou dedo na própria testa. Apesar da dificuldade em se determinar exatamente quando foi feita a transição entre desenhar uma pequena cruz na testa à prática moderna de desenhar uma grande cruz desde a testa até o tórax e ombro a ombro, sabemos que esta troca ocorreu por volta do século XI d.C., quando o Livro de Orações do Rei Henry dá instrução para “marcar com a santa cruz os quatro lados do corpo”.

Os católicos encontram apoio para o sinal da cruz principalmente em seus muitos anos de tradição da igreja, e em segundo lugar, em Êxodo 17:9-14 e Apocalipse 7:3; 9:4; 14:1. Apesar das passagens falarem de um sinal na testa para proteção do julgamento de Deus, elas devem ser interpretadas à luz de seu contexto. Com base em seu contexto, não há razão para crer que qualquer um dos versos prescreva o ritual do sinal da cruz.

No século XVI, uma das principais doutrinas da Reforma Protestante era a sola scriptura, através da qual qualquer prática que não se alinhasse às Escrituras seria descartada. Os reformadores ingleses acreditavam que o uso do sinal da cruz deveria ser algo a ser decidido por cada pessoa, como estava escrito no Livro de Orações do Rei Edward VI. “…ajoelhar-se, fazer o sinal da cruz, levantar as mãos ou qualquer devoção do homem, seja observado sem culpa.” Os protestantes geralmente viam o sinal como uma tradição que não tinha qualquer fundamento nas Escrituras, ou mesmo como algo ligado à idolatria, sendo por isto abandonado pela maioria.

Apesar da Bíblia não nos instruir a que o façamos, o sinal da cruz tem seu simbolismo bíblico. O formato do sinal é um lembrete da cruz de Cristo. Historicamente, o sinal já foi visto como representativo da trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Através da fé no Senhor Jesus Cristo e Sua morte substitutiva na cruz, a salvação é estendida como um presente a toda a humanidade. A trindade é a doutrina da essencial e divina Natureza de Deus: Deus existe em três pessoas distintas. Ambas as doutrinas são base tanto para os católicos quanto para os protestantes e são certamente bem fundamentadas na Bíblia. O sinal da cruz foi, em certas épocas, associado a poderes sobrenaturais tais como expulsão do mal, demônios, etc. Este aspecto místico do sinal da cruz é completamente falso e não pode, de forma alguma, ter sustentação bíblica.

Fora o aspecto místico, fazer o sinal da cruz não é nem certo nem errado e pode ser positivo, se servir para lembrar da cruz de Cristo e/ou da trindade. Infelizmente, este não é sempre o caso, e muitas pessoas simplesmente fazem os movimentos do ritual e fazem o sinal da cruz sem saber por que o fazem. Uma análise final do sinal da cruz é que ele não é, de forma alguma, exigido dos cristãos, pois não é instruído pela Palavra de Deus.

GotQuestions/Padom

QUAL É O TEU NOME? - Pr. André Lepre

(Gênesis 32:27) – E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacó.

(Gênesis 32:28) – Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste.

Anteriormente fizemos uma reflexão baseada em uma revelação de Deus acerca de um determinadomomento da história de Jacó. A história refere-se ao capítulo 34 de Gênesis quando Jacó está passando por uma grande dificuldade por causa de uma atitude precipitada de seus filhos e Deus então manda que Jacó suba mais uma vez à Betel para ali edificar um altar para Ele (Vide mensagem “Subindo à Betel!”).

Mais uma vez enveredamos pela trajetória de Jacó, movidos por outra revelação de Deus, algo que me alegra muito, pois particularmente sou apreciador da história de Jacó. Entendo que a história de Jacó explicitada pela Bíblia é uma rica fonte de lições e aprendizados para os nossos dias.

Alguns comentaristas (se não a maioria) têm Jacó como um enganador, um usurpador, um trapaceiro e até mesmo um ladrão, devido à história de Jacó ter comprado a primogenitura de seu irmão Esaú. Entendo analisando um pouco o comportamento de Jacó, que ele não usurpou, enganou, trapaceou e muito menos roubou seu irmão. Podemos considerar que ele não foi muito ético, mas usurpar creio ser algo distante. Podemos ver em Gn. 25.30 que é Esaú que pede comida a Jacó. Não partiu de Jacó oferecer a sua comidapela primogenitura. Ao ser interpelado por Esaú a respeito da sua comida, Jacó então faz uma proposta a seu irmão: “Vende-me a tua primogenitura…” E Esaú que não dava tanta importância assim, acabou aceitando a proposta.

Jacó pode não ter sido muito ético, mas ele comprou aquele direito, pagou barato, mas comprou.

Conforme explanamos anteriormente, Jacó é o terceiro elemento na base patriarcal de Israel. O 1o. Abraão e o 2o. Isaque.

Analisando o comportamento de cada um notamos que Jacó é o mais humano de todos eles, pois vive com muita intensidade a sua vida, seus conflitos internos e externos tornando-se assim um vasto campo de aprendizado para cada um de nós.

Essa reflexão se baseia agora no momento em que Jacó está preste a sair fugido da casa de seu pai na cidade de Berseba para não morrer nas mãos de seu irmão Esaú, ir em direção à casa de seu tio Labão localizada em Harã e retornar à casa de seu pai recebendo uma palavra profética de Deus para sua vida registrada no texto base.

Jacó era um homem obstinado. A obstinação é uma qualidade. Ser obstinado é ser alguém determinado, alguém que luta por uma visão, um sonho, mas pode tornar-se um defeito na medida em que isso faz com que tornemo-nos antiéticos em nossa conduta nos levando a passar por cima de qualquer um.

Jacó era obstinado. Queria ser abençoado, ilustre, reconhecido, mas isso não lhe dava o direito de passar por cima do seu irmão.

Deparamos-nos com pessoas que acham que devem lutar com um irmão, passa-lo para trás, falar mal dele, e até mesmo destruí-lo para conquistar alguma coisa.

Aquilo que está determinado para sua vida ninguém roubará. Confie em Deus!

A nossa vitória não está condicionada em passar ninguém para trás. O segredo da vitória não é estarmos lutando um contra o outro. Todos nós precisamos de amigos. No momento de grande angústia no Getsêmani, Jesus chamou os seus amigos mais chegados, ou seja, Pedro, Tiago e João para poder compartilhar a sua luta, a sua angústia. Temos que ir à igreja, temos que trabalhar, temos que conviver com a família com o objetivo não de encontrarmos competidores, mas sim, amigos.

Jacó conviveu durante anos com aquilo que chamo de “síndrome da primogenitura”. Quando adquiriu a consciência das coisas ao seu redor, Jacó começou a desejar aquilo que não lhe pertencia.

Pela atitude de Jacó entendo que ele pensava precisar da primogenitura para ser abençoado. O primogênito tinha direito a 50% da herança de seu pai, recebia um tratamento especial. E isso era um atrativo para Jacó. Ele queria ser o primogênito.

Ele lutou pela primogenitura achando que para ser um vencedor precisava disso. Mesmo comprando o direito, o primogênito continuava sendo Esaú. Jacó já era abençoado por Deus e a sua benção já estava garantida porque em Gênesis 25:23 disse o Senhor a Receba sua mãe quando ainda ele estava no ventre com Esaú: “Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor.”

Deus já tem garantido muitas bênçãos para sua vida. Não deseje aquilo que pertence a outro. Veja o exemplo de Geazi porque desejou o que não lhe pertencia ficou leproso e toda sua descendência nasceu leprosa.

Não se precipite. Aguarde o tempo da promessa se cumprir.

Como vimos acima em Gn. 25.23, Deus havia prometido a Rebeca que o maior serviria ao menor. Deus estava dizendo que Esaú serviria a Jacó. Deus já havia garantido a vitória. Será que Rebeca não contou isso para Jacó, sendo ele o preferido dela? Acredito que sim. Mas o problema de Jacó e que se torna o problema de muitos crentes hoje em dia é não aguardar o tempo de Deus em sua vida. Ele não esperou o tempo da promessa e com isso acabou precipitando-se. E a precipitação é a tomada de decisão por referência da nossa própria consciência, da nossa lógica humana, dos nossos pensamentos. A precipitação traz conseqüências sérias para nossa vida. Abraão havia recebido a promessa de Deus de lhe dar um filho, fruto do ventre de Sara, mas ele resolveu dar ouvidos a Sara e concordou em deitar-se com Agar e dessa relação nasceu Ismael. Nasceu Ismael, Sara ficou grávida, nasceu Isaque e Abraão teve que expulsar seu filho Ismael de sua casa para que um mal maior não acontecesse à sua família. Deus estava consertando o erro da sua precipitação, mas as seqüelas ficaram porque toda atitude precipitada deixa uma seqüela, deixa uma marca. E a marca que ficou para a humanidade é que os descendentes de Ismael (Os Árabes, os moradores da Palestina, os Libaneses) e os descendentes de Isaque (Os judeus) se enfrentam até hoje com milhares e milhares de mortos, são mais de 5.000 anos de guerra.

Por causa de sua precipitação Jacó agora tem que fugir da casa de seu pai. Jacó vai de Berseba a Harã percorrendo cerca de 1.050 km e encontra Labão. Ao se deparar com a filha de Labão chamada Raquel, se apaixona por ela e então faz um acordo com Labão para trabalhar sete anos para ele em troca de se casar com Raquel. Trabalha sete anos para Labão e em uma artimanha de Labão é enganado e acaba se casando com a outra filha, Lia. Durante 20 anos tem o seu salário diminuído 10 vezes. Trabalha dia e noite sendo oprimido por Labão até conseguir casar-se finalmente com Raquel.

O que me faz entender que: Quem não espera o tempo de Deus, espera o tempo de Labão!

Há um tempo certo determinado para todas as coisas é o que diz Eclesiastes 3.7. Deus faz tudo perfeito no seu tempo.

No tempo certo tudo vai acontecer!

Antes de sair da casa de seu pai, Jacó entrou na tenda dele e enganou-o passando-se por Esaú, ou seja,Jacó passou-se por outra pessoa.

Ele quis ser abençoado com a identidade, com as credenciais de outra pessoa e isso não dura para sempre. Hebreus 4:13 diz: E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.

Vivemos um tempo de pregadores, cantores cover. Pessoas querendo ser cópias uma das outras. Querendo imitar um estilo, um jeito de cantar, de pregar, de orar. E isso nos dá a impressão de não confiarem e acreditarem em seu chamado. Não importa quem você seja porque a capacidade que há em cada um de nós vem de Deus (II Co. 3.4). Deus não precisa de dois Silas Malafaia, duas Aline Barros, Dois Edir Macedo, duas Fernanda Brum…

Deus quer usar você do jeito que você é. Deus não trabalha na imitação, no artificial. Deus trabalha na originalidade.

A caminhada de Jacó é marcada por um lugar chamado Betel. Jacó saiu fugido da casa de seus pais, estava sendo ameaçado por seu irmão, tinha deixado o convívio da família e agora sai de Berseba e vai para Harã para andar cerca de 1.050 km, como se fosse do RJ à Curitiba a pé, passando pelo deserto, na companhia de cactos, serpentes, escorpiões, frio, calor, mas não eram somente essas coisas exteriores que o atormentavam, havia um conflito interior:

1º. Lutou a vida inteira para ser um vencedor e foi expulso de casa como um fracassado.

2º. A sua consciência o acusava

Quando pecamos ou cometemos algum erro o Espírito Santo nos convence desse erro. Além disso, certamente o diabo acompanhava Jacó para tentar desestruturá-lo emocionalmente. Entendo que ele devia lançar algumas duvidas na mente de Jacó como, por exemplo: “É Jacó, o que você vai fazer da sua vida agora?” “Você sonhou que ia ser um vencedor e agora está aí sozinho, abandonado…”

Creio que já exausto não somente física, mas mentalmente e emocionalmente, Jacó resolve descansar e pega uma pedra que utiliza como travesseiro. O sono muitas vezes funciona para nós não como um momento de descanso, mas de fuga, de esquecimento. Dormindo nós até sonhamos com realidades totalmente diferentes com as quais convivemos.

E foi justamente isso que aconteceu. À noite algo de maravilhoso aconteceu. Deus lhe deu um sonho e nesse sonho Deus confirmava a promessa que havia feito a seu avô Abraão e a seu pai Isaque e que agora confirmava em sua vida (Gn28. 13:15).

Deus não te acusa. Deus não te abandona. Muitas vezes não entendemos o porquê de estarmos em certos momentos por baixo, mas isso em algumas circunstâncias se revela como uma estratégia de Deus porque o diabo te exalta para depois te humilhar, mas Deus permite a humilhação para depois te exaltar e o nome Dele ser glorificado. Deus está trabalhando a nosso favor mesmo nas piores situações que possamos estar.

Enquanto o diabo se levanta contra sua vida, Deus se levanta do trono pela sua vida!

As coisas começaram a mudar na vida de Jacó quando Deus falou com ele e então, ele decidiu fazer uma aliança com Deus. Milhões de pessoas todos os anos vão às praias no dia 31 de Dezembro para fazer aliança com iemanjá, outras tem feito aliança com políticos, outras com gerentes de bancos, outras com empresários… Jacó decidiu fazer uma aliança com Deus em Betel. Jacó percebeu que aquele lugar não era um lugar comum porque onde Deus está tudo é diferente. Se você decidir fazer uma aliança com Deus tudo será diferente na sua vida!

Até este momento Deus era conhecido como o Deus de Abraão e o Deus de Isaque, mas quando Jacó faz aliança com Deus, Ele também passa a ser conhecido como o Deus de Jacó.

É como se Deus dissesse para ele: “A tua vida não será a mesma…” “Você não terá essa perspectiva de derrota, Eu vou te fazer vencer, crescer, te abençoarei e multiplicarei a tua descendência, você será grande Jacó…”

Apesar de toda dificuldade Jacó nunca chorou miséria, nunca murmurou. Em nosso meio há muitas pessoas que querem tudo de maneira fácil, sem esforço, sem luta. Jovens que não querem mais estudar, trabalhar. Jacó se ofereceu para trabalhar 7 (sete) anos da sua vida para casar com Raquel. Foi enganado por Labão e trabalhou mais 7 (sete) anos para enfim conseguir seu objetivo.

Não pense que um anjo virá te servir com uma bandeja. Não pense que Deus lhe dará as coisas de “mão beijada”. Ele mesmo disse para Adão: “Do suor do teu rosto comerás o teu pão”.

Trabalhe, lute, esforce-se pelos seus sonhos!

Podemos dizer que a vida de Jacó é dividida em três fases:

1ª. Fase – Betel (Lugar onde ele encontrou-se com Deus)

2ª. Fase – Harã (Lugar onde ele foi provado)

3ª. Fase – Peniel (Lugar onde Deus mudou a história dele)

Após 20 (vinte) anos Jacó volta para casa. Pega sua família, passa por Jaboque e depois volta. Porque Jacó voltou?

Ele saiu há 20 (vinte) anos, sua mãe era viva, seu irmão queria matá-lo e se vê aflito, apreensivo, com pressão e sente o desejo de estar a sós com Deus.

Nesse encontro ele recebe a visita do anjo e começa a lutar, dizendo: “Não te largo enquanto não me abençoar!”

Antes de passar por Jaboque diz a Bíblia que ele passa por um local e vê um acampamento de anjos (Maanaim), dando-lhe a certeza de que Deus estava lá e voltou de novo àquele lugar.

Essa atitude de Jacó me faz entender qual era o seu sentimento e é o que me faz entender por uma inspiração divina qual foi o seu maior acerto. Essa atitude de Jacó deixa a seguinte mensagem para mim:“Eu preciso voltar e acertar as contas com Deus!”

Não sei como está sua vida hoje, mas quem sabe hoje não é dia de você acertar suas contas com Deus?

Quem sabe hoje não é o dia de você rever alguns conceitos, algumas atitudes?

Como acertamos nossa vida com Deus?

No meio da luta, o anjo lhe pergunta: “Qual é o teu nome?”

Deus não erra o alvo e nada está oculto diante Dele. Há 20 (vinte) anos atrás Jacó entrou na tenda de seu pai que fez a mesma pergunta e ele respondeu: “Sou Esaú!”

Agora 20 (vinte) anos depois o anjo pergunta: “Qual é o teu nome?”

E ele responde: “Jacó, é o meu nome!”

Jacó é sincero com Deus reconhecendo os seus erros, a sua precipitação, a sua fragilidade diante do Deus todo poderoso. Jacó na presença de Deus não quis se passar por outra pessoa, ele foi verdadeiro, ele foi ele mesmo, sem máscaras.

Quem sabe você viveu até hoje sendo alguém que na verdade não é. Quem sabe você tentou viver até hoje um personagem. Querendo passar para as pessoas ao seu redor uma imagem diferente daquilo que você é. De repente pelo medo da rejeição, das pessoas não lhe aceitarem como você é.

Há pessoas que eram conhecidas como artistas da fé, mas hoje são conhecidas como verdadeiros adoradores do Senhor.

Outros eram conhecidos como Ananias e Safira, mentiam para Deus roubando-lhe o que era Seu, mas hoje são conhecidos como amigo de Malaquias que entrega a Deus o que é de Deus.

Outros ainda eram conhecidos como Lázaro, estavam mortos, mas um dia eles ouviram a voz de Cristo dizendo: “Eu sou a ressurreição e a vida…”

O anjo disse para Jacó: “Não diga nunca mais que é Jacó, mas sim Israel.”

Israel significa: Homem de Deus

Hoje Deus muda o seu nome, mudando com isso a sua história.

Você podia ser conhecido como um fracassado, enganador, trapaceiro, mentiroso, derrotado, mas hoje te chamam de “Homem de Deus”, “Mulher de Deus”.

Para ter uma vida transformada por Deus, precisamos acertar nossas contas com Ele reconhecendo os nossos pecados e então Ele transforma nossa vida e muda nossa história.

Aquilo que Deus te prometeu ele vai cumprir!

Creia nisso!

Nele, por Ele, para Ele.

Pr. André Lepre

O Maior Doador de Sangue

O maior doador de sangue que já houve foi Jesus.
Para doar, as pessoas vão aos hemocentros,
hospitais particulares ou mesmo ao SUS.
Ele foi mesmo doar na cruz.
O procedimento para doação não passa de meia hora.
Para ele durou umas seis horas.
A quantidade de sangue retirada não passa de 10% do total
e em até quarenta e oito horas é recuperada.
O que foi extraído de Jesus é incalculável e bem superior,
Mas até que recuperou rápido: setenta e duas horas.

Nas doações, usa-se uma agulha descartável para recolher.
Em Jesus, três cravos e uma lança, fora o chicote preliminar.

Alguém estará inapto para doar se:
Tiver ingerido bebida acoólica nas últimas 24hs,
Estiver em jejum e não tiver dormido pelo menos 6hs nas últimas 24hs.
Não ter tido mais de dois parceiros íntimos nos últimos 3 meses…

E Jesus estava completamente embriagado do Espirito,
passou a última noite acordado comendo só oração
e teve nessa mesma noite, um parceiro de caráter e beijos questionáveis…
Mas o tal Pilatos que fez a triagem, não o recusou.

Quanto ao por que Ele foi levado a fazer isso… Bem, não sei se dá pra dizer.
Porque condenou a união espúria da Religião dominante com o Estado.
Acabou com o negócio lucrativo dos religiosos que era o de perdoar pecados.
Subverteu-se à polícia e a política do Templo.
Apresentou um Novo Reino de abominação ao opressivo poder romano.
Apresentou um Novo Reino do Messias Debochado, montado em jumento…
Porque foi traído, se deixou beijar e se deixou levar, mas especialmente,
porque amou o mundo.

Então, nós, que nem amamos o mundo tanto assim, nem fomos traídos, nem perdoamos pecados de graça, nem brigamos tanto pelo estado de opressão, de injustiças, de indignidades, do Estado como das religiões… Ora, tomemos vergonha na cara e ao menos façamos uma doaçãozinha de 8 ml de sangue por quilo útil de corpo.

Informações úteis:

http://www.bssp.com.br/

http://www.ameo.org.br/


História Estudos Sociais União Feminina Missionária Batista do Brasil UFMBB‏

A União Feminina Missionária Batista do Brasil – UFMBB

Jovens Cristãs em Ação

História Estudos Sociais União Feminina Missionária Batista do Brasil UFMBB‏

Amados

Envio-lhes no formato ebook livro de minha autoria com objetivo de
acrescentar dados e procedimentos não divulgados de nossa cultura
Ocidental sobre os de culturas diferentes e seres sencientes. Anseio
que de alguma forma venha a ser útil em suas pesquisas. Um forte
abraço.

Atenciosamente,

Eng. Djalma Stüttgen

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Lições 10 do 2º Trimestre de 2010 - Adultos e Jovens


Lições 10 do 2o. Trimestre de 2010 - Adultos e Jovens - O VALOR DA TEMPERANÇA, e as demais faixas etárias, e o artigo especial: A Morte de uma igreja.




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Ioga: O Ninho da Serpente


Para alguns, o Ioga é um meio de relaxamento e de alívio da tensão, para outros é um exercício que promove a saúde e o bem-estar em forma e, para uma minoria, é um meio para a cura de doenças. Na mente do leigo, há muita confusão, pois o Ioga, segundo é promovido entre os ocidentais, não é exclusivamente nem uma disciplina relacionada com a saúde, nem uma disciplina espiritual, mas umas vezes é uma coisa, outras vezes é a outra e, freqüentemente, uma mistura das duas.
Os componentes que mais atraem os ocidentais às práticas orientais como a yoga, são antes de tudo o fato de serem apresentadas como "doutrinas milenares" e, em segundo lugar, o seu caráter exótico e misterioso, o que aos olhos ocidentais forma uma combinação bastante sedutora. Esta características, aliadas a uma promessa de benefícios físicos e psicológicos tornam estas práticas facilmente assimiláveis à cultura ocidental.

Brasileiros, sobretudo os pertencentes à classe média, cristãos sem grandes vínculos institucionais com a religião, vão aos supermercados e compram livros do Dalai Lama; nas feiras de artesanato, adquirem incenso fabricado em Bangalore e estatuetas de duendes de fabricação doméstica; meditam, praticam Yoga, Tai-Chi-Chuan e fazem uso de florais de Bach; relaxam montando arranjos de ikebana. Em outras palavras: incorporam tais práticas sem imaginar que elas podem trazer, em si, fragmentos minúsculos de religiões orientais ou de ideários religiosos não-cristãos.

A este respeito, um cristão sincero deveria informar-se sobre a compatibilidade destas práticas orientais com a espiritualidade cristã e sobre a conveniência de incorporar as suas técnicas e elementos em sua vida diária. O apóstolo Paulo alerta aos cristãos:

“Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial? ou que parte tem o crente com o incrédulo? E que consenso tem o santuário de Deus com ídolos? Pois nós somos santuário de Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.” (2 Coríntios 6:14-16)

A palavra Ioga significa “união”, o objeto do Ioga é unir o “eu” transitório (temporal), “Jiva”, com o (eu eterno) infinito “Brahman”, o conceito hindu de Deus. Este Deus, segundo o hinduísmo, não é, como muitos supõem, o mesmo Deus bíblico pessoal, mas “a realidade imutável, infinita, imanente e transcendente, que é forma o substrato divino de toda a matéria, energia, tempo, espaço, ser e tudo neste universo.” (Brodd, Jefferey (2003) - World Religions)

O Ioga tem as suas raízes nos Upanishads hindus que são anteriores ao ano 1000 aC., e é dito que essa doutrina espiritual “une a luz dentro de ti com a luz de Brahman”. No Bhagavad Gita, uma das mais importantes escrituras hindus, o senhor Krishna descreve o Jiva como “a minha própria parte eterna”, e afirma que “a alegria do Ioga chega ao iogue que é um com Brahman.

Aqui é interessante observar que as posturas e os exercícios de respiração, que freqüentemente são considerados no Ocidente como sendo o Ioga, são apenas dois dos oito passos para a união com Brahman. O Ioga não é só um sistema elaborado de posturas e de exercícios físicos, é uma disciplina espiritual que se propõe levar a alma ao samadhi, à união total com o ser divino. O samadhi seria o estado em que o natural e o divino se convertem em um, o homem e o ser supremo chegam a ser uma unidade sem nenhuma distinção.

Este enfoque do Ioga é radicalmente contrário ao Cristianismo, onde claramente há uma distinção entre Criador e criatura, entre Deus e homem. No Cristianismo, Deus é transcendente e totalmente distinto de sua criação e o único sentido em que Ele é imanente à ela, decorre do seu ato criador, isto é, da sua concepção e materialização das coisas e seres por Ele criadas, assim com o estilo e a engenhosidade de um arquiteto está presente em suas edificações.

Um editorial do "Yoga Journal" declara a premissa básica da filosofia hindu de que a divindade, o homem, e toda a criação, em última análise, são uma única realidade:

“Estamos todos conscientes de que Ioga significa "união" e que a prática de Ioga une corpo, respiração, e mente, centros energéticos superiores e inferiores e, em última análise, o eu e Deus, ou Eu Superior. Mas, mais amplamente, Ioga dirige a nossa atenção para a unicidade ou unidade em que assenta a nossas fragmentadas experiências de vida e nosso igualmente fragmentado mundo. Família, amigos, a guerrilha no Líbano, a grande baleia migrando para o norte - todos partilhamos a mesma natureza [divina] essencial.” (Editorial, Yoga Journal, May/June 1984).

É triste que alguns promotores do Ioga, Reiki ou de outras disciplinas ou meditações distorçam algumas citações da Bíblia ao citá-las isoladas para corroborar os seus argumentos sem entender o contexto nem o significado destas palavras da Bíblia. Muitos deles consideram que Jesus tenha sido um iogue, como atualmente podemos ver em imagens de Jesus existentes em alguns conventos, capelas e presbitérios em que Ele está representado em posturas de Ioga! Dizer que Jesus é “um iogue” é negar a sua divindade, santidade e perfeição intrínseca e insinuar que Ele tinha uma natureza imperfeita sujeita à ignorância e à ilusão material (maya), e que necessitou de ser libertado da sua condição humana mediante a prática e a disciplina do Ioga.

O Ioga é incompatível com a espiritualidade cristã porque é panteísta (ao dizer “Deus é tudo e tudo é Deus”) ou panenteísta, pois considera que embora Deus e o universo sejam uma só coisa, afirma que Deus transcende o universo. Sustenta que existe uma realidade única e tudo o resto é ilusão ou maya. O universo como o conhecemos foi criado por Deus e portanto é real. O centro da fé cristã é a fé na Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, três pessoas em um só Deus, o modelo perfeito de relação amorosa. No Hinduísmo, o bem e o mal, tal como a dor e o prazer são irreais (maya). Vivekananda, o ícone mais respeitado do Hinduísmo moderno, dizia: “o bem e o mal são uma só coisa”.

O cristianismo afirma que o pecado é uma ofensa contra a santidade de Deus e a razão pela qual necessitamos de um Salvador. Por isso, um cristão não pode em nenhum caso aceitar naturalmente a prática do Ioga, já que o Cristianismo e o Ioga são duas doutrinas incompatíveis. O Cristianismo vê o pecado como o principal problema do homem, considera-o como um abismo que o impede de se unir a um Deus absolutamente perfeito. O homem está distanciado de Deus e necessita da reconciliação.

O único caminho para Deus é Jesus Cristo, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Pela morte de Jesus na cruz, Deus reconciliou consigo o mundo. É unicamente através dele que podemos conhecer a Deus, pois Ele afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6); como também: “E Ninguém conhece plenamente o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” (Mateus 11:27) Ele cobriu com seu sangue a nossa culpa ancestral pelo pecado diante de Deus, e justifica a todo aquele que nele crê perante Deus, tornando assim possível a comunhão humana com o Criador. Ao contrário do Ioga, o Cristianismo vê a redenção como uma dádiva gratuita de Deus que só pode ser recebida e nunca conquistada ou alcançada através do próprio esforço ou de boas obras.

O Hatha Ioga, que está amplamente difundido na Europa e na América e praticado principalmente para saúde mental, física e vitalidade, é um dos seis sistemas reconhecidos do Hinduísmo ortodoxo, que na sua origem é religioso e místico, e é a forma mais perigosa de Ioga (cf. Dave Hunt, The seduction of Christianity). O Yoga Journal afirma que os “Centros de Ioga que alcançaram maior popularidade nos Estados Unidos usualmente ensinam um dos muitos tipos de Hatha Yoga, uma disciplina física baseada sobretudo em asanas ou posturas e exercícios respiratórios, destinados a preparar o corpo para propósitos espirituais. Inicialmente, o único propósito da prática da Ioga era o de experimentar a iluminação espiritual.” (Not All Yoga Is Created Equal - Jennifer Cook)

Há, no entanto, entre muitos ocidentais, um consenso muito difundido de que a prática dos exercícios físicos da Ioga pode ser totalmente dissociada de seu contexto filosófico e espiritual. Esta idéia é totalmente enganosa e a razão pela qual muitos incautos se expõem aos riscos de uma prática que afeta profundamente os aspectos psíquicos e espirituais humanos, na maioria das vezes de forma inconsciente.

Uma tentativa pioneira de contato amistoso entre o Cristianismo e os valores da velha prática hindu pode ser vista em 1960, com a publicação de "La Voie du Silence" ("A Via do Silêncio"), do monge beneditino belga J. M. Déchanet. No Brasil a obra foi publicada em 1962, com um título mais radical: "Ioga para Cristãos". Déchanet teria sido iniciado no Yoga por Phillipe de Méric, discípulo do indiano Shri Mahesh Gatradyal. Gatradyal chegou à França em 1947 e é apontado como um dos pioneiros na divulgação do Hatha-Yoga naquele país.

Em sua página de apresentação, o autor indica uma interseção possível entre sua religião e a prática indiana: "Cristianizar a Ioga, uma determinada Ioga? Não! Colocar ao serviço da vida cristã certas disciplinas ióguicas". Não é possível, porém, fazer uso religioso de uma ferramenta de tal natureza sem adquirir dela alguma coisa, por sutil que seja, sem mudar a própria visão de mundo. Essa mudança torna-se especialmente clara quando, a certa altura do livro, o autor, ao invés de se referir a "cristãos praticantes de Ioga", lança mão da expressão "Iogue Cristão"

Esta não foi certamente a única tentativa de incorporar doutrinas e práticas orientais ao catolicismo no Brasil. Em 2003, em Florianópolis, a convite da superiora de uma ordem religiosa católica, um profissional ministrou aulas de Tai-Chi-Chuan para freiras idosas. As religiosas (principalmente as mais velhas) se divertiam muito repetindo movimentos que, de acordo com a tradição chinesa, brotaram do Taoísmo.

Entre os contemporâneos do padre belga na relação de "cristãos com um pé no Oriente", aparecem figuras como o jesuíta alemão Hugo Enomiya-Lassalle (1898 - 1990), autor do livro "Meditação Zen para Cristãos" (de 1958). Outros adeptos notáveis são o monge cisterciense/trapista Thomas Merton (1915 - 1968), autor de obras como "O Zen e as Aves de Rapina" e Allan Watts (1915 - 1973), um cristão episcopal que mergulhou profundamente no Zen e que, atualmente, é uma espécie de "referência filosófica" para os aficionados pelo Oriente.

No Brasil, o pioneiro na divulgação das técnicas de Hatha Yoga foi o escritor e professor José Hermógenes de Andrade Filho, mais conhecido como Professor Hermógenes, fundador da Academia Hermógenes de Yoga. Foi um dos primeiros a trazer a mensagem do guru indiano Sathya Sai Baba para o Brasil. O primeiro centro foi inaugurado em 1987 e denominado Centro Bhagavan Sri Sathya Sai Baba do Rio de Janeiro. Ficou informalmente conhecido como Centro Sathya Sai de Vila Isabel, devido ao bairro de sua localização. Hermógenes traduziu obras de Satya Sai Baba para o português como "O Fluir da Canção do Senhor (Gita Vahini) e "Sadhana, o caminho interior". Hermógenes é autor de diversas obras como Yoga : Autoperfeição com Hatha Yoga, Ioga para Nervosos, Caminho para Deus, Dê uma chance a Deus e Deus investe em você. Hermógenes está certamente entre aqueles que vêm na Yoga o complemento ideal para a espiritualidade cristã.

A Ioga física e a filosofia oriental são, entretanto mutuamente interdependentes, e, em última análise, não se pode ter uma sem a outra. David Fetcho, um investigador com uma extensa experiência em filosofia e prática de Ioga, afirma:

"A Ioga física, segundo a sua definição clássica é, inerente e funcionalmente, impossível de ser separada da metafísica religiosa oriental. O praticante ocidental que tenta fazê-lo está agindo de forma ignorante e temerária, tanto do ponto de vista yogi, quanto do ponto de vista cristão.” (Dave Fetcho, "Yoga," Berkeley, CA:Spiritual Counterfeits Project).

As autoridades em Ioga Feuerstein e Miller afirmam que as posturas (asanas), do Ioga e suas técnicas respiratórias (Pranayama) são muito mais do que apenas exercícios físicos:

"Mais uma vez, vemos que o controle da energia vital (Prana), através da respiração, como também asana, não é apenas um exercício físico, mas é acompanhado de certos fenômenos psicomentais. Em outras palavras, todas as técnicas semelhantes a asana e Pranayama como, por exemplo, os mudras e bandhas [posições físicas ou gestos corporais simbólicos utilizando Pranayama e concentração mental com objetivos físicos ou espirituais] da Hatha Ioga, são exercícios psicossomáticos. Esta questão, infelizmente, é pouco compreendida pelos praticantes ocidentais ...” (George Feuerstein, Jeanine Miller, Yoga and Beyond: Essays in Indian Philosophy)

O objetivo do Pranayama é também o de despertar o uma forma de energia chamada Kundalini. Kundalini, termo sânscrito, significa literalmente "enrolada". Em Ioga, é uma espécie de "energia corporal", uma força inconsciente, instintiva ou libidinal, imaginada em geral como uma deusa ou como uma serpente enrolada adormecida na base da coluna, à qual muitos se referem como "o poder da serpente". Vivekananda assim se refere ao poder desta força mística:

“Então toda a natureza vai começar a mudar e as portas do conhecimentos [oculto] será aberta. Nunca mais você precisará consultar os livros para obter conhecimento, sua mente irá se tornar o seu livro, contendo o conhecimento infinito.” (Swami Nikhilananda, Vinvekananda, the Yogas and Other Works)

Estas práticas são altamente perigosas e existem numerosos depoimentos de pessoas que tiveram suas vidas totalmente desestabilizadas depois de se envolverem com este tipo de Ioga, havendo mesmo casos de indivíduos que chegaram a estados de completa insanidade mental.

São inegáveis evidentemente os benefícios físicos da prática da Ioga quando orientada por profissionais sérios e competentes. Estes benefícios são a diminuição do estresse e da ansiedade, aumento da flexibilidade e da força dos músculos, melhoria a postura, diminuindo dores nas costas, estimulo da circulação sanguínea, aumento da concentração e do equilíbrio emocional, melhoria da capacidade imunológica, melhoria dos quadros de insônia e depressão e da coordenação motora. Entretanto, muitos destes benefícios podem ser obtidos através de outras modalidades de exercício físico, até mesmo através de uma simples caminhada. Um estudo recente intitulado “Efeito da Caminhada e do Hatha Yoga Sobre a Intensidade da Dor de Mulheres com Síndrome da Fibromialgia”; publicado na Revista Digital - Buenos Aires - Año 14 - Nº 134 - Julio de 2009 realizado por uma equipe de médicos, professores e fisioterapeutas. Foram formados dois grupos de acompanhamento, um deles adotando a prática da Hatha Ioga e o outro realizando apenas caminhadas regulares. A conclusão do estudo foi a de que “em apenas 10 sessões, ambas as práticas promoveram diminuição da intensidade da dor, porém sem apresentar diferença significativa. Embora não apresentando diferença significativa, os resultados deste estudo indicam que a prática de caminhada e de hatha yoga podem promover diminuição na intensidade da dor se praticadas habitualmente.”

A Ioga normalmente é definida como sendo não uma religião ou uma terapia, mas como uma técnica que visa “criar no indivíduo a consciência do próprio corpo e de que a sua saúde depende apenas dele mesmo e não dos outros”. O cristão não precisa entretanto recorrer a nenhuma doutrina ou prática pagã para obter o quer que seja. A fé cristã oferece um caminho incomparavelmente superior a qualquer técnica oriental de equilíbrio psíquico e de auto-conhecimento. Além de oferecer ao cristão o único caminho seguro para a sua realização espiritual, a fé em Cristo garante a paz interior, o equilíbrio físico e emocional e saúde o corpo e da alma. Jesus é o maior dos médicos e testemunhas atuais de suas curas, ralizadas até os dias de hoje, são encontradas entre a maioria dos cristãos.

Embora esta afirmação seja vista por muitos como fanatismo ou exagero, o fato é que a vacuidade mental e a devoção ao ego são sem dúvida alguma portas para o ingresso de forças demoníacas: Jesus afirmou que um demônio, após ter saído de um certo homem, retornou para o mesmo homem, algum tempo depois porque este continuava espiritualmente vazio. (Mateus 12.43 a 45)." A devoção cristã é a via mais eficaz para viver uma comunhão plena com Deus e encontrar paz, equilíbrio e cura para o corpo e a alma. A oração cristã é um diálogo espiritual. Nesse diálogo, não são necessárias posturas, rituais respiratórios, mantras ou perfumes especiais. Através da oração, o cristão contempla a Deus e se deixa contemplar por Ele, fala com Ele e o escuta silenciosamente.

Apocalipse 3:14..é um dos favoritos das testemunhas de Jeová


Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus.



Este versículo é um dos favoritos das testemunhas de Jeová, em suas tentativas de "provar" que Jesus Cristo é um simples ser criado, o primeiro anjo que Deus fez. "Veja!", elas dizem. "Jesus é o princípio da criação". Mas deveriam ser cautelosas. Dirão que Deus, o Pai, é quem fala em Apocalipse 21:6 e 22:13, ainda que em ambos os versículos ele chame a si mesmo de "o principio". Portanto, "o princípio" deve significar algo mais que não seja a primeira coisa criada.

Realmente, em cada um destes casos, o texto grego diz arché, uma palavra catalogada no Expository Dictionary of New Testament Words [Dicionário Expositivo das Palavras do Novo Testamento] como tendo significados variados, tais como "o princípio", " poder", "magistrado" e "governador". A Bíblia das Testemunhas de Jeová traduz o plural da mesma palavra como "oficiais do governo" em Lucas 12:11. Esta é a raiz das nossas palavras arcebispo e arquiteto, e outras palavras referindo-se a alguém que é chefe sobre outros. Assim, a Nova Versão Interlinear em Apocalipse 3:14 diz que Cristo é "governante da criação de Deus". Portanto, não existe fundamento algum para que se possa declarar que Apocalipse 3:14 faz de Jesus Cristo um ser criado.

(Veja também Isaías 9:6; João 1:1, 20:28)

Publicado originalmente em inglês por David Reed. Via - http://richardweiler.blogspot.com/

Quem são os verdadeiros cristãos?





Entre os muitos milhares de grupos cristãos que existem, qual é o genuinamente cristão?




Esta pergunta se baseia no conceito errôneo de que deve haver um só grupo de Cristãos verdadeiros que esteja separado de todos os outros grupos falsos. É isso o que ensina a Bíblia?

A resposta é dada pelo próprio Jesus em sua parábola do trigo e do joio (Mat. 13:24-30, 36-43). Como mostra esta parábola, Jesus Cristo plantou a "semente excelente" - os filhos do reino (versículo 38). Entretanto, ele sabia que "o inimigo" (o Diabo, conforme o versículo 39) plantaria por cima "sementes" - os filhos do iníquo - entre o "trigo" no "campo" - o mundo, (versículo 38). Mas ele não permitiria que seus servos recolhessem o joio, 'para que não acontecesse que ao reunirem o joio, arrancassem também o trigo'. "Deixai ambos crescer juntos até a colheita." (versículos 29, 30).

De modo que, diz esta parábola algo a respeito de um só grupo "genuinamente Cristão"? Ora, a parábola mostra mais claramente que não haveria apenas um grupo de Cristãos verdadeiros separados de todos os outros grupos de Cristãos falsos. Somente haveria Cristãos individuais, verdadeiros e falsos. Cristãos verdadeiros e falsos existiriam juntos no mesmo mundo de Cristãos, mesclados, assim como o trigo e o joio no mesmo campo.

Note que seria na "colheita" - na "terminação do sistema de coisas" (versículo 39) -, que os anjos, não os servos ou seguidores de Cristo, removeriam o "joio" do "reino" - o mundo de Cristãos -, e juntariam "o trigo" no "celeiro" de Cristo (versículos 40-43, 30).

Por mais de setenta anos, a Sociedade Torre de Vigia ensinou que desde 1919 as Testemunhas de Jeová, sob a supervisão dos anjos, estiveram separando o "trigo" do "joio" por meio de sua obra de pregação, ou para usar a linguagem de outra das parábolas relacionadas, estiveram separando as "ovelhas" dos "cabritos." (Mat. 25:31-46). Mas em 1995, na Sentinela de 15 de Outubro, páginas 22 e 23, a Sociedade finalmente admitiu que essa aplicação era incorreta, explicando que a separação das "ovelhas" e dos "cabritos" não ocorreria até o dia do juízo, na futura vinda de Cristo! A realidade é que é assim que a maioria dos Cristãos tem entendido estas parábolas através dos séculos (veja Jonsson/Herbst, O Sinal dos Últimos Dias - Quando?, Atlanta: Commentary Press, 1987, P. 228, nota 35 - em Inglês).

Esta mudança doutrinal ilustra mais uma vez quão transitória é a assim chamada "verdade" da Torre de Vigia! Parece que poucas Testemunhas de Jeová se deram conta do importante alcance desta reinterpretação. Se as Testemunhas de Jeová não estiveram "separando as ovelhas dos cabritos" durante os setenta anos anteriores, sua atividade de testemunhar não foi tão crucial para a humanidade como lhes haviam dito que acreditassem. Assim como outros grupos Cristãos, eles estiveram atraindo para sua organização "toda espécie" de pessoas, tanto justas como iníquas (veja a parábola da rede de pesca, Mat. 13:47-51).

A organização Torre de Vigia não só reuniu todo tipo de pessoas dentro de sua organização, tanto justas como iníquas, mas também expulsou a todo tipo de pessoas, tanto justas como iníquas, contrário ao aviso do Amo na parábola (versículo 29). Fez isto, não só por meio da expulsão de pessoas por razões que freqüentemente foram muito arbitrárias, mas também por meio de rejeitar a todos os outros Cristãos fora de sua organização e por afirmar ser o único grupo de Cristãos verdadeiros na terra. Nesse sentido ignoraram o mandado do Mestre: "Deixai ambos crescer juntos até a colheita." Somente por esta razão, a organização Torre de Vigia não poderia afirmar ser o único grupo verdadeiro, genuinamente cristão sobre a terra hoje em dia. NÃO EXISTE TAL GRUPO.

Para "provar" que a organização Torre de Vigia é a única organização cristã sobre a terra hoje em dia, esta afirma que, "de todos os que afirmam ser Cristãos, somente as Testemunhas de Jeová tomam a sério a pregação das boas novas." (A Sentinela, 1.º de Janeiro, 1988, pág. 20). Esta declaração se refere sobretudo à sua atividade de porta em porta. Mas, prova o uso deste método específico de pregação que esta é a única organização cristã verdadeira, enquanto que outros grupos que usam outros métodos para chegar até as pessoas com sua mensagem não são cristãos?

O fato é que vários grupos cristãos estão crescendo em número de membros, inclusive muitos deles crescem mais rapidamente do que as Testemunhas de Jeová. As publicações da Torre de Vigia deram a seus leitores a impressão de que as outras denominações cristãs e seitas estão minguando em número, que as "águas" de "Babilônia, a Grande" estão "secando-se." (Rev. 16:12 e 17:15) Mas essa impressão é falsa. Embora seja verdade que a maioria das denominações cristãs estiveram minguando nos países do Ocidente (e isto é também verdade no caso das Testemunhas da Jeová hoje em dia nos países ocidentais), houve um tremendo crescimento no número de Cristãos no mundo durante todo o século XX.

Esse incremento ocorreu principalmente no Terceiro Mundo. Como diz David D. Barrett, editor da World Christian Encyclopedia (1982), o Cristianismo chegou a ser a religião mais difundida e universal sobre a terra neste século. Enviam-se cerca de 25.000 missionários Cristãos a vários países cada ano (somente 0.4 por cento destes são Testemunhas de Jeová!). A mesma enciclopédia mencionada acima mostra que no princípio do século XX, havia somente 50.000 protestantes na América Latina. Em 1980 havia 20 milhões, e se estimava que esse número cresceria para 100 milhões no ano 2000. Na África havia cerca de 10 milhões de Cristãos em 1900. Nos anos oitenta, o número tinha crescido para 200 milhões - 40 por cento da população do continente! Houve incrementos parecidos em muitos lugares da Ásia. Na Coréia do Sul, por exemplo, havia somente um Cristão há uns cem anos. Hoje em dia, cerca de 35 por cento da população é Cristã.

Um dos grupos cristãos que mais rapidamente cresceu foi o movimento Pentecostal (Assembléias de Deus). Em mais ou menos o mesmo período de tempo em que as Testemunhas aumentaram de 0 para 5 milhões, os Pentecostais aumentaram de 0 para 420 milhões! Este aumento ocorreu em todas as partes do mundo, inclusive em muitas partes do mundo ocidental. Hoje em dia, dos 6 bilhões de pessoas no mundo, cerca de um terço é composto por Cristãos.

É bastante óbvio para qualquer observador, que nem toda essa quantidade de pessoas é composta por bons Cristãos. Em cumprimento da parábola de Jesus, há muito "joio" entre o "trigo". E as Testemunhas de Jeová não são exceção.

Todos estes aumentos ocorreram, não pelo método de porta em porta que usam as Testemunhas de Jeová, os Mórmons ou alguns outros grupos, mas sim por outros métodos. Mas, é o método de pregar o que faz com que certo grupo seja cristão? O fato é que não há nenhuma evidência - bíblica ou de qualquer espécie - que mostre que os primitivos Cristãos levavam a cabo algum tipo de atividade de porta em porta. Que inclusive os membros do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová estão mais ou menos à par disso, é mostrado por Raymond Franz, um ex-membro desse Corpo Governante, em seu bem documentado livro "Em Busca da Liberdade Cristã" (Atlanta: Commentary Press, 1991, págs 207-236, em Inglês).

Outro argumento que a organização Torre de Vigia usa para "provar" que é a única organização verdadeira, é o de que as Testemunhas de Jeová recusam-se a matar pessoas em guerras. Isto é, naturalmente, louvável. Mas sua posição não é única, e isto é particularmente verdade desde 1996, ano em que a organização Torre de Vigia decidiu que o serviço alternativo era aceitável (A Sentinela, 1.º de Maio de 1996). Várias seitas e denominações se opõem à guerra, como por exemplo, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, os Menonitas, os Quacres, os Cristadelfianos, e vários grupos da Igreja de Deus. Mas o mais importante é que há milhões de Cristãos INDIVIDUAIS por todo o mundo que se opõem à guerra e que se recusariam a matar outros numa guerra. Estes chegaram a essa posição, não porque seguem os ditames de alguma autoridade religiosa, mas sim porque é sua própria decisão.

Outro aspecto que se costuma mencionar nas publicações da Torre de Vigia é que as Testemunhas de Jeová foram perseguidas e às vezes mortas em certos países. Isso é verdade. Possivelmente a mais forte perseguição às Testemunhas no século XX, foi a que aconteceu durante o regime nazista na Alemanha há uma geração, quando se enviaram 2.000 Testemunhas a campos de concentração, 203 das quais foram executadas e outras 600 morreram na prisão devido a enfermidades, desnutrição e outras causas (Anuário das Testemunhas de Jeová 1974, página 212, em Inglês).

Mas as Testemunhas de Jeová não foram as únicas que foram perseguidas neste século. Os países totalitários perseguiram fortemente a vários grupos cristãos. Na ex-União Soviética, a maioria e, às vezes, todos os grupos cristãos, foram proibidos e perseguidos e, de vez em quando, milhares de Cristãos foram mortos em campanhas que tinham o propósito de desarraigar a religião. Em 27 de Janeiro de 1996, Vladimir Naumov, chefe da comissão russa para o restabelecimento das vítimas da opressão política, revelou que o Estado Soviético tinha maltratado meio milhão de sacerdotes, 200.000 dos quais foram assassinados durante a época de Stalin! Isto é mil vezes mais do que o número de Testemunhas que foram executadas durante o regime nazista!

Não somente os países comunistas totalitários, mas também os países muçulmanos totalitários perseguiram Cristãos e proibiram sua atividade. Quando se proibiu ou restringiu a atividade das Testemunhas por parte de governos totalitários, normalmente também foi restringida e proibida a atividade de outros grupos cristãos, embora não leiamos muito a respeito deles nas publicações da Torre de Vigia. De fato, durante este século XX, morreram mais Cristãos por sua fé do que em todos os 19 séculos anteriores! Este fato é documentado no livro Lion's Den (Nashville, Tennessee: Broadman & Holman Publishers, 1997), escrito por Nina Shea, diretora de uma seção da Freedom House. Por isso, a perseguição às Testemunhas de Jeová no século XX, não foi única e muito menos ainda excepcional. Hoje em dia, são raros os casos de perseguição às Testemunhas de Jeová, como de fato reconheceu A Sentinela de 1.º de Dezembro de 1998, pág. 8.

Portanto, quem são e onde estão os verdadeiros Cristãos hoje em dia? Obviamente, eles têm sido os mesmos durante todos os séculos desde os dias de Jesus, a saber, aqueles que aceitaram a Jesus Cristo como seu Senhor, seu Redentor e seu Mestre, e podem ser encontrados em qualquer tipo de associação cristã que prove ser de ajuda para que as pessoas possam levar uma vida cristã.

O original deste artigo encontra-se na página em inglês do KRISTEN FRIHET.
(por Carl Olof Jonsson, 1998 - traduzido por Miguel Servet Jr., 2002) Via - http://richardweiler.blogspot.com/

 
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